Publicado por: Tutora Gloria | julho 1, 2013

Atividades Extras – Julho/Agosto/Setembro

Prezado aluno, segue abaixo as atividades extras. As atividades são pontuadas.

CHAT COM A TUTORA: 19:00 às 19:30hs – 4ª feiras
Mê: JULHO
Dia 03: Plano de Pesquisa
Dia 10: 1ª versão
Dia 17: sobre AV1
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Mês: AGOSTO
Dia 07: sobre o curso
Dia 14: AV1
Dia 21: Plano de Pesquisa
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Mês: SETEMBRO
Dia 04: Plano de Pesquisa
Dia 11: AV1
Dia 18: 1ª versão
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CHAT COM O MENTOR: 16:00 às 16:40 – 5ª feiras
25/07 – sobre Metodologia
22/08 – Monografia
26/09 – Tema: Responsabilidade Social
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ATIVIDADES ASSÍNCRONAS: SEGUE ABAIXO 3 TEXTOS. ENVIAR OS COMENTÁRIOS PARA: gloria@avm.edu.br
Texto 1: Mês de Julho
Texto 2: Mês de Agosto
Texto 3: Mês de Setembro

Texto 1 – Job rotation: bom ou ruim?
Por Alcides Ferri
O job rotation é um processo que permite um “rodízio” de funções e dá ao colaborador a oportunidade de conhecer atividades diferentes dentro da própria empresa. É uma boa prática tanto para a organização que descobre os potenciais dos colaboradores, quanto para os profissionais. Isso porque eles podem descobrir aptidões e até mesmo dar um novo direcionamento às suas carreiras.
Porém, deve ser utilizado com cuidado pela organização para não gerar mal-estar com os funcionários que já realizam as atividades. Um programa bem elaborado e com adesão de toda equipe é fundamental para o sucesso do job rotation. Quando existe a preocupação com os profissionais, a prática tende a ser benéfica, pois nas variadas posições o calaborador tende a se encontrar e sua motivação é mobilizada. O papel dos gestores é detectar as necessidades de cada um, em conformidade com a posição a ser assumida.
Envolvimento! A palavra chave do sucesso. O processo do job rotation não consiste em apenas mudar uma pessoa de cargo, e sim visar um aprendizado maior e o líder deve verificar se o funcionário tem vontade de participar do processo, porque job rotation forçado não traz bons resultados. Colocar alguém sem o perfil adequado em alguma função, gera problemas.
A principal dica é fazê-lo de forma responsável e com planejamento, criando um processo que traga benefícios tanto para a empresa quanto para o profissional. Se um dos lados sair perdendo, é sinal de que o programa está errado.
Quando a prática do job rotation estiver alinhada com os anseios da empresa e principalmente com a “ambição” de crescimento dos colaboradores, é responsável e bem-vinda – quando implementada de maneira planejada significa que a empresa tem de definir seus planos e suas expectativas em relação ao processo e direcioná-lo para a estratégia dos negócios. Pois, sem planejamento, pode ocorrer de uma pessoa ir para outra área e, sem conhecê-la, promover mudanças que podem ser negativas.
O processo de transição de área é válido quando abre a possibilidade do profissional se “encontrar” e se identificar com um setor dentro da empresa. Já quanto ocorre uma mudança sem uma conversa prévia com o funcionário, e sem o estudo de aspectos legais – como compatibilidade de cargos, formação, perfil, salários, sindicatos, entre outros – apenas com o objetivo de conhecer outra área, o processo é inválido.
A prática do job rotation é fundamental dentro de um plano de ação colaborativa, onde os colaboradores podem sentir na pele o dia a dia do seu colega, muitas vezes não compreendido dentro de um processo de solução de problemas. Percebemos que quando há um problema cada departamento/área quer defender o seu e aí surgem uma série de acusações ou omissões de responsabilidade.
Independente de quem seja o responsável, o problema é de todos e isso passa a ser compreendido e superado quando temos a oportunidade de implantar um processo de job rotation sério e comprometido.
Job rotation na idade certa é ótimo, fora de época é perda de tempo.

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TEXTO 2 – Contratação criativa, a CLT Flex e a pejotização nas empresas
Autor: Samara Teixeira

Uma prática muito comum nas empresas atualmente é a contratação criativa que representa a busca por profissionais com diferencial no mercado, que ao fazer uma entrevista convencional não se consegue analisar o potencial que esse futuro funcionário proporcionará.
Para as empresas realizarem este tipo de contratação elas optam pela contratação criativa, CLT Flex, ‘pejotização’ ou cooperativa de trabalho. “Trata-se da prática da contratação de profissionais sem vínculo empregatício, na forma de pessoas jurídicas para a prestação de serviços”, explica Isadora Petenon Braslauskas, especialista em relações do trabalho da Advocacia CBM.
De acordo com Thiago Massicano, sócio-fundador do Massicano Advogados, os riscos deste tipo de contratação é ter um profissional em curto prazo, pois como possui um perfil agressivo de salário e metas profissionais, são constantemente assediados e se posicionam melhor no mercado de trabalho ou abrir seu próprio negócio com a expertise que possui.
Por que as empresas estão aplicando esta modalidade de contratação?
A contratação criativa, em um primeiro momento pode representar uma economia de encargos trabalhistas e previdenciário, mas em um segundo momento pode ocasionar um passivo trabalhista, inclusive sujeito a autuação do Ministério do Trabalho.
Para Isadora a terceirização de serviços por parte das empresas não é ilegal, mas requer alguns cuidados para quem contrata terceiros. “É legal a contratação de serviços de vigilância, conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta não gera vínculo empregatício”, enfatiza a especialista.
Certas ações podem caracterizar fraude à legislação trabalhista, previdenciária e tributária e exigir que o trabalhador constitua uma pessoa jurídica para a prestação de serviços, visando o não recolhimento dos encargos trabalhistas. Se constatada a fraude por agente de fiscalização do Ministério do Trabalho ou por via judicial, haverá a desconsideração da pessoa jurídica e a configuração do vínculo empregatício do trabalhador com o tomador de serviço.
“Hoje estamos vivendo um mercado agressivo. O escritório que não se portar dessa forma será passado para trás. É a famosa globalização de mercado de trabalho, que constantemente sofre mudanças e a empresa deve ficar atenta para suas transformações”, finaliza Thiago.

Fonte: Contratação criativa, a CLT Flex e a pejotização nas empresas | Portal Carreira & Sucesso
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TEXTO 3: Fusão de empresas: o cuidado com os colaboradores
Autor: Caio Lauer

Uma onda de fusões entre grandes empresas percorre o mundo, e no Brasil não é diferente. Com o fim da crise e o crescimento da economia do país, foram em média 53 fusões ao mês no último ano, segundo a Secretaria de Assuntos Econômicos (SEAE), do Ministério da Fazenda. Em meio a todas essas organizações, estão envolvidos muitos profissionais, e as corporações devem dar uma maior atenção ao capital humano nesse período muitas vezes conturbado e cheio de mudanças.
O papel da área de Recursos Humanos das companhias é fundamental para a adaptação dos colaboradores neste novo contexto, onde culturas, valores e políticas se misturam e podem gerar conflitos organizacionais. Normalmente, quando a fusão acontece, acontecem cortes de funcionários e o clima nas empresas fica, geralmente, tenso – os profissionais pensam a todo o momento quando será o último dia na organização. A justificativa das corporações envolvidas é o ganho de competitividade no mercado e a redução de custos.
A gestão das expectativas dos colaboradores é muito importante. O RH deve transmitir que o objetivo principal de uma fusão é tornar a empresa muito mais competitiva, o que é bom para a companhia e para os que trabalham nela. Os funcionários devem sempre se preocupar em se destacar, mostrar seus valores, para que, no momento em que haver um corte de funcionários em caso de fusão, permaneçam na empresa. “Como definir, caso seja necessário, quem será demitido? Caso seja preciso realocar alguém para uma outra área, quem deve ficar no cargo antigo e quem deve mudar de setor? Esse é um ponto estratégico importantíssimo para uma fusão porque é nessa hora que as empresas fundidas vão ganhar engajamento e sinergia na operação”, expõe Guilherme Falchi, sócio-diretor da Hera Brasil, consultoria de qualidade de vida corporativa.
Importância da Comunicação
A empresa que anuncia uma fusão sem trabalhar a comunicação corporativa entra em colapso, pois todos os colaboradores se perguntarão, todos os dias, quando chegará a hora de suas dispensas. Se não for passada tranquilidade para os profissionais, não for informado passo a passo o que está acontecendo na corporação, o porquê da fusão, e não houver transparência para com o grupo, além de gerar um grande transtorno, desmotivação e falta de produtividade, pode acarretar grandes custos e prejuízos.
“Uma vez anunciada a situação de fusão para o mercado, deve haver reuniões frequentes com as equipes das empresas e praticar a valorização desse grupo de pessoas por meio dos gestores ou dos RHs das companhias”, observa Cintia Menegazzo, consultora de desenvolvimento organizacional e coach. De acordo com a consultora, se faz necessário tratar os profissionais com transparência e praticar conversas individuais com os mesmos, desde o início desse processo.
Uma fusão, da mesma forma que pode ser entendida como um obstáculo na carreira, pode também ser uma boa oportunidade de crescimento profissional. O colaborador poderá exercer suas atividades em uma empresa maior, com maior poder aquisitivo, mais poder no mercado e competitividade. “O empregado pode assim, ser promovido mais facilmente, desenvolver melhor as competências e isso agrega valor ao currículo, pois poderá informar que passou por um processo de fusão, continua na empresa e até foi promovido, por exemplo”, aponta Falchi.
Quando se trata de duas grandes empresas em um processo de fusão, sempre uma das políticas organizacionais prevalece e, consequentemente, isso gera grandes conflitos. Há uma sobreposição de valores e o RH precisa ser bastante estratégico e usar de visão de negócio para transmitir os conceitos e valores que ficam. “Essa administração deve ser feita por meio da missão, visão e valores da empresa. Seja no grupo que é comprado ou no que compra a fração majoritária, têm que deixar os brios e as ambições de lado e olhar para o que é melhor”, informa Cintia. Ainda para a consultora, é necessário pensar em qual das políticas de RH ou de qualquer outro departamento são fundamentais para a sustentabilidade do negócio.
O lado do colaborador
O conhecimento técnico do cargo é muito importante para o profissional nesses momentos de fusão. Quem tem o domínio dos processos vai ser uma pessoa com muito mais facilidade de adaptação, caso seja necessário mudar a forma de como realizava determinadas tarefas. “Quem aprende apenas na prática, aprende de um jeito menos técnico. Já quem aprendeu conceitualmente como desenvolver as atividades tem uma maior flexibilidade”, opina Falchi. Cintia concorda e afirma que o colaborador deve somar formas diferentes de fazer o seu trabalho e sair da zona de conforto.
O profissional brasileiro ainda tem dúvidas do que é realmente uma fusão, não entende perfeitamente seus reais objetivos e a enxergam, muitas vezes, como um ponto negativo. “O brasileiro ainda não absorveu essa cultura de que a fusão pode ser positiva, se vista de determinados ângulos. Ela possui algumas armadilhas perigosas, e os colaboradores, em geral, devem estar atentos; são meros obstáculos dentro de algo que deve ocorrer para o bem”, finaliza Falchi.

Fonte: Fusão de empresas: o cuidado com os colaboradores | Portal Carreira & Sucesso

Publicado por: Tutora Gloria | abril 8, 2013

Atividades Extras – Abril/Maio/Junho

Prezado Aluno,

Segue abaixo as atividades complementares. 

                                Chat com a Tutora:    horário: 19 às 20hs     

Abril: (10/04 – P. Pesquisa; 17/04 – 1ª versão; 24/04 – Dúvidas  s/ Av1)

Maio:  08/05 – Dúvidas s/ AV1; 15/05 – P. de Pesquisa; 22/05 – 1ª versão) 

Junho: 05/06 – Duvidas s/ o curso; 12/06 – AV1; 19/06 – P.Pesquisa)

Chat com o Mentor:  16 às 16:40h

Abril: 29/04 – Dúvidas s/ AV2

Maio: 27/05 – Dúvidas s/monografia

Junho: 24/06 – Tema: Inteligência Competitiva 

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OBS: As atividades abaixo deverão ser enviadas para o e-mail:gloria@avm.edu.br

Atividade – Abril: Comente  sobre a Parábola do Velho Lenhador  

 Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por um outro lenhador jovem e forte para uma disputa. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.

No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.

Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador.

Intrigado, o moço questionou o velho:
– Não entendo, muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode!!

– Engano seu! Disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. E percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.

Atividade 2 – Maio: Comente e destaque  3 benefícios que você ache os mais importantes

Por que celebrar as conquistas da equipe?

Por Patrícia Bispo

Recentemente, estive em uma loja de varejo e fui ao setor de atendimento ao cliente para atualizar meus dados cadastrais. Até aí nenhuma novidade, até o momento em que repentinamente observei que os funcionários estavam eufóricos. Era o último dia do mês e uma colega deles havia alcançado a meta daquela unidade. Os funcionários não deixaram de atender os clientes, mas também não se esqueceram de comemorar a conquista que era coletiva. Não pude controlar a curiosidade e perguntei o motivo da alegria geral da equipe. A colaboradora logo disse: “Batemos a meta! Desculpe senhora, minha colega bateu a meta pela equipe! A colocação verbal que a moça utilizou chamou minha atenção: 3ª pessoa do plural e em seguida a 1ª pessoa do singular, mas não deixou de mencionar a palavra equipe. Mais ainda: vi outra funcionária que tinha no crachá o cargo de “Supervisora”. Ela era a mais entusiasmada e ia de um lado para o outro, cumprimentando sua a equipe. Esse fato me inspirou o tema da dica dessa semana: celebração de conquistas. Confira abaixo 10 benefícios que podem ser gerados, a partir do ato de celebrar as conquistas da sua equipe.


1 – Relaxamento da equipe –
O alcance das metas sempre será um desafio para qualquer equipe. Isso, por sua vez, sempre acarreta índices de estresse em profissionais de todos os níveis hierárquicos. Por essa razão, quando sua equipe obtiver sucesso, comemore sem pensar duas vezes. Você observará que o semblante de preocupação cederá espaço para um sorriso de alívio imediato.

2 – Produtividade em alta – Uma vez que o nível de estresse diminui e, através da celebração, os membros da equipem comemoram a merecida conquista, eles retornam às suas atividades com as energias renovadas. E como todos já sabem, profissional feliz, tem um melhor aproveitamento no dia a dia.

3 – Espírito de equipe – Celebrar coletivamente a conquista de um projeto, a superação de metas faz com que os profissionais tenham uma maior afinidade entre si. Eles passam a compreender que, de fato, sozinhos não chegarão a lugar algum e que novas conquistas precisam unir forças, uma vez que cada pessoa tem algo a acrescentar.

4 – Medo de desafios – Os desafios sempre estarão presentes na rotina organizacional e é natural que diante de um fato que precisa ser “vencido”, as pessoas sintam receio e medo de falhar. Ao celebrarem uma vitória, mesmo que seja através de cumprimentos, abraços, mas atitudes que demonstrem “Nós conseguimos!”, o medo diante do inesperado ou de novos obstáculos tende a ser menor.

5 – Desafios são aprendizados – Uma equipe que celebra suas conquistas não apenas com festas após o expediente, mas sim com vibração, sentimento de dever cumprido, está preparada para considerar que os desafios podem ser ótimas oportunidades de desenvolvimento profissional. Aqui, a superação pode significar novos planos para a carreira e mesmo uma ascensão interna na organização.

6 – Valorização das atividades – É importante que os colaboradores sejam cientes de que cada pessoa contribui, com sua respectiva atividade, para o sucesso do negócio. Desde o porteiro até os dirigentes, cada um exerce um papel diferenciado na empresa e que quando somados formam um único organismo. No momento em que se celebra, comemora-se a conquista de um time, todos terão suas atividades devidamente reconhecidas e valorizadas.

7 – Líderes próximos às equipes – A liderança que compartilha todos os momentos com sua equipe, seja em ocasiões delicadas ou de celebração, estreita relacionamento os membros do seu time. Passa a conhecer melhor o comportamento que cada um deles tem diante de determinada situação e isso, por sua vez, ajudará o líder a gerir sua equipe com mais eficiência, uma vez que ele não fica restrito apenas à sua mesa e mergulhado em arquivos exibidos no monitor do seu micro.

8 – Estímulo contínuo – Quando uma equipe tem a oportunidade de celebrar uma conquista, todos os seus membros dizem para si: não vamos desistir na reta final. Se o jogo acaba aos 45 minutos do segundo tempo, talvez ainda o juiz dê a prorrogação de dois ou três minutos que serão suficientes para desempatar a disputa. Desistir na reta final, jamais.

9 – Autoconfiança reforçada – A autoconfiança de uma equipe tem um percentual extremamente significativo para que os profissionais desempenhem bem suas atividades. E mesmo que um ou integrante queira ficar desanimado, a equipe torna-se capaz de não se deixar levar pelo baixo astral e podem até ajudar os desencorajados a arregaçar as mangas para darem uma guinada nas suas atitudes. No momento da celebração, principalmente aqueles desmotivados lembrarão que a autoconfiança faz parte da vitória.

10 – Melhoria do clima – Celebrar faz bem ao clima organizacional, pois os profissionais não ficam restritos a serem apenas meios de produção. Olhar os colaboradores com uma visão holística é ter conciêcia de que aquelas pessoas possuem sentimentos, pontos fortes e vulneráveis. É acima de tudo, respeitar a essência humana da qual todos fazemos parte.

Atividade 3 – Junho:  Comente o artigo: Desenvolvendo competências e habilidades

Por José Roberto Marques
O mercado está cada vez mais competitivo e muitas empresas investem em programas de treinamento corporativo e no desenvolvimento do capital humano para se destacar. Estes se referem ao aprimoramento de habilidades e competências tanto no âmbito pessoal quanto no profissional de cada colaborador.

É a chave essencial para aumentar a produtividade, aprimorar as habilidades e as competências de cada equipe para obter mais Resultados Extraordinários. Além disso, essa aplicação serve para descobrir talentos e capacidades, dando assim uma maior contribuição para o líder designar melhor a tarefa de cada um.

E quando falamos nesse tipo de exercício não podemos deixar de falar em coaching. Esse por sua vez é um processo de desenvolvimento humano, que utiliza técnicas e ferramentas visando o alcance de resultados de forma otimizada.

O objetivo principal deste método é desenvolver competências e habilidades, através do treinamento corporativo, para que profissionais e empresas possam alcançar suas metas com êxito.

Esses treinamentos quando aplicados com coaching deverão ser feitos de forma customizada, ou seja, de acordo com a necessidade e o objetivo de cada organização. Para isso, são necessárias que sejam realizadas algumas etapas como o mapeamento das necessidades de treinamento operacional, técnico ou comportamental, mas antes disso é preciso ter conhecimento de cada colaborador em relação à sua atividade. Além disso, é de suma importância observar os objetivos e metas da empresa em relação ao treinamento e ainda considerar o segmento onde a mesma está inserida.

 

Publicado por: Tutora Gloria | janeiro 21, 2013

Prezados Alunos,

Segue abaixo as Atividades Extras:JANEIRO / FEVEREIRO / MARÇO – 2013

Atividades

Janeiro

Fevereiro

Março

Chat com Tutora Gloria

19 às 20 H

23  – Duvidas-  AV1

6- Duvidas – Plano de Pesquisa

20- Dúvidas- 1ª Versão

6 – Duvidas sobre o curso

13 – Duvidas sobre AV1

20 – Dúvidas – Plano de Pesquisa

 Chat  Mensal

Prof. Mario Luiz

16  às 17H

28 – Dúvidas sobre AV2

25 – Dúvidas sobre Monografia

25 – Tema: Planejamento Estratégico

 Atividades extras  enviar por e-mail:gloria@avm.edu.b.

Blog

http://iavmgestaoestrategica

qualidade.wordpress.com

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1 –  Texto “Liderança com Criatividade: A Chave da Gestão de Pessoas.

Descrever em 15 linhas a relação entre liderança e competências

2 – Texto Considerando a Qualidade  de Vida como temática, comente em 15 linhas os conselhos  de Ernesto Artur.

Texto 1:

QUALIDADE DE VIDA

 

12 CONSELHOS PARA TER UM INFARTO … FELIZ

Quando publiquei estes conselhos “amigos-da-onça” em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

Por     Ernesto Artur

Quando publiquei estes conselhos “amigos-da-onça” em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias;

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos;

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde;

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem;

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc;

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes;

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro;

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro;

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo;

10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego tome logo estimulantes e energéticos. Eles vão te deixar tinindo;

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Eu sou a minha própria religião.

Você faz parte desse time? Se fizer, ainda está em tempo de rever suas atitudes. Pense nisso!!!!!

Texto 2:

Liderança Com Criatividade: A Chave Da Gestão De Pessoas

Nos tempos atuais muito se fala a respeito de líderes. de gestores que sejam Coach, empreendedores, mas o que realmente tudo isso significa? Será mais um modismo na era tecnológica da Gestão de Pessoas?

Nos tempos atuais muito se fala a respeito de líderes. de gestores que sejam Coach, empreendedores, mas o que realmente tudo isso significa? Será mais um modismo na era tecnológica da Gestão de Pessoas?
Liderança é um processo por meio do qual as pessoas assumem posições de “comando”, “coordenação” de grupo, com o objetivo de atingir um resultado, uma meta.

O processo de liderança nas organizações é cíclico. A cada momento surge um novo líder e essa ascensão irá depender da especificidade da ação, do resultado a ser alcançado, das competências necessárias desse profissional, para a situação que se apresenta.

Quando se exerce o papel de líder, seja por definição da empresa, pela posição que ocupa no nível hierárquico, ou quando, para determinada situação você é quem tem as competências necessárias, faz-se necessário pensar quem são os componentes da equipe que serão liderados, como conduzi-los para a ação.

Ao assumir um papel de líder é preciso ter o olhar sobre todos, ter a visão crítica da situação que se apresenta, quem são as pessoas que compõem o grupo e qual o resultado a ser alcançado. Este olhar deve ser diferenciado: desfoca a realidade para focar novamente.

As pessoas que fazem parte do processo precisam ser geridas de forma que o líder conheça suas potencialidades, suas expectativas, suas competências, para que essas, quando inseridas num projeto, contribuam de uma maneira mais efetiva e eficiente.
Vale ressaltar que são as pessoas quem irão colocar literalmente “a mão na massa” e fazer acontecer o projeto. Portanto, cabe ao líder considerar cada pessoa como se fosse única, atribuindo-lhe responsabilidades para as quais o profissional se sente maduro e apto a conduzir. O líder deve empreender, orientar, educar sua equipe, proporcionando aos liderados condições o para seu crescimento individual e profissional.

Ser o Coach de sua equipe é ter o entendimento das diferenças individuais, de suas potencialidades e das possibilidades de sucesso. Deve ainda orientar seu time na condução do processo, tornando-se, desta forma, co-gestor, co-responsável pela ação.
Na Gestão de Pessoas, liderar é empreender os talentos e saber como esses podem contribuir para o sucesso do trabalho. Se houver sucesso ou fracasso no processo, esse será compartilhado pelo grupo.

Liderar ou exercer a liderança é ter o entendimento da cultura organizacional, do planejamento estratégico da mesma e alinhar sua equipe de acordo com as competências contributivas da cada um para atingir os resultados esperados. Isto torna cada elemento co-participativo do processo, é fazer cada sentir que faz parte do time e não que está à parte. É preciso conciliar os objetivos organizacionais com os individuais, e saber em que momento ocorre a intersecção, o ponto comum entre as partes envolvidas. O líder deve ter em mente que as pessoas fazem os processos. São elas que por meio de seu trabalho contribuem efetivamente para com a organização e com a equipe.

O capital humano deve ser valorizado para unir o grupo ao redor de um objetivo comum. Cada um deve se questionar: até que ponto contribuo com o resultado da minha empresa? Quando o meu trabalho é o reflexo deste resultado? Qual o objetivo a ser atingido? Como empreender a criatividade, inovar e formar novos líderes?

Marisa de Fátima Poças Alves dos Santos é psicóloga, pós-graduada em Administração e docente em Gestão de Recursos Humanos, do Conhecimento, Planejamento Estratégico, de Recursos Humanos, Administração de RH, responsável pelas relações com empresas da Fundação Vanzolini.
É Diretora da MS-2 Consultoria e Treinamento Ltda.

Publicado por: Tutora Gloria | novembro 23, 2012

Atividade para o mês de dezembro

Prezado Aluno,

Faça um comentário sobre a  Párabola abaixo:

A PARÁBOLA DO LEÃO

Por Ernesto Artur Berg

Há muitos anos li uma parábola contada pelo monge hinduísta Vivekanada, a respeito de um leãozinho criado por ovelhas, e que se portava como tal. Essa estória chamou-me muito a atenção e fez-me pensar sobre nós seres humanos. O que somos na realidade? ovelhas ou leões? Qual a nossa verdadeira identidade? Como eu nunca mais  consegui localizar a estória, eu a reconto tal como me lembro dela, após quase 20 anos.

“Certa vez um filhote de leão perdido e esfomeado, foi encontrado por algumas ovelhas que pastavam na pradaria. Comovidas com a situação acolheram o leãozinho e passaram a alimentá-lo e a cuidar dele. Com o tempo o filhote começou a se alimentar de grama e a se portar como ovelha até se tornar um jovem, grande e forte animal. Um dia, um outro leão se acercou do pasto tentando caçar algumas ovelhas. Alarmadas elas correram a se abrigar no alto da rocha, o mesmo fazendo o leão que estava com elas. Sem acreditar no que via, o leão caçador se aproximou e disse: “Por que você foge de mim e se abriga junto às ovelhas, sendo um leão ?”- “Eu não sou leão, sou ovelha e por favor, não nos faça mal”, retrucou este.- “Como, você uma ovelha? Está enganado, você é um leão. Um caçador igual a mim”.- “Não, sou uma ovelha. Sempre vivi assim”.- “Chega, não agüento mais”, disse o outro. “Você é um leão, o rei dos animais, portanto, porte-se como tal”.  Em seguida levou-o a uma imensa poça d’água, próximo de onde estavam. “Olhe a sua imagem. Você é um leão igual a mim”. Ainda trêmulo, o leão viu a semelhança entre ambos e isto o deixou confuso. Não sabia quem era. E vendo as ovelhas pulou e foi juntar-se a elas novamente. Inconformado o leão caçador foi embora, sem nem mesmo abater uma caça. No dia seguinte voltou e vendo a situação se repetir, ele soltou um urro ensurdecedor em sinal de irritação . Dessa vez cercou o leão amedrontado e disse: “Solte um urro igual a mim. Esse é o sinal do teu poder”. “Eu só sei balir”, respondeu o apavorado leão. “Vamos, tente”, disse o primeiro. Assustado, o leão tomou um fôlego e saiu um berro um pouco mais forte do que o miado de um gato.“Vamos, tente novamente”, repetiu o primeiro. A segunda vez não foi muito melhor. Enquanto treinavam sem sucesso, uma matilha de lobos se aproximou das ovelhas encurralando-as junto às rochas.   Desesperadas as ovelhas baliram sem cessar, até que seus gritos chegaram aos ouvidos do leão medroso. Este ao ver à distância o perigo eminente de seus companheiros, enraivecido e desesperado soltou um rugido apavorante que ecoou por toda a pradaria.   Assustados, sem saber do que se tratava, os lobos se puseram a correr atropeladamente em desabalada carreira. O leão finalmente assumira a sua verdadeira identidade. Havia vivido por algum tempo como ovelha, mas seu coração era de leão e isso fez ressurgir a sua verdadeira natureza.   Também vocês homens, são leões por natureza, embora a maioria, amedrontada com a vida, se porte como ovelha. Mas são leões e leões sempre hão de ser, pois são vencedores. Portanto assumam a sua verdadeira natureza e com confiança e coragem conquistem o lugar que é seu por direito divino. A força interior é um legado de Deus a cada ser humano, capaz de superar qualquer obstáculo. Ninguém poderá arrebatar-lhes isso, a não ser vocês mesmos, se insistirem em ser ovelhas.

Versão livre da história contada pelo monge hinduísta Swami Vivekananda, em conferência pública por ele realizada no Estados Unidos em 1894. (Versão adaptada por Ernesto  Berg) berg@quebrandobarreiras.com.br http://www.quebrandobarreiras.com.br

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-parabola-do-leao/12323/

 

Publicado por: Tutora Gloria | setembro 6, 2012

Atividades Extras

Prezados Alunos

Segue abaixo as atividades do trimestre: Set/Out/Nov/2012

Atividades: Setembro

Artigo: Inovar ou Melhorar, eis a questão.

Autor: Jairo Siqueira (Dez/2011)

Henry Ford disse certa vez que se tivesse perguntado aos americanos o que realmente queriam, eles teriam dito “cavalos mais rápidos”. A percepção de que a carruagem havia esgotado o seu potencial de melhoria, e que estava na hora de uma alternativa inovadora, ainda não tinha tocado as mentes dos consumidores. Nestas horas, é necessário um empreendedor criativo e audacioso para enxergar as oportunidades e propor uma inovação que rompa com o passado e vá além das mudanças incrementais.

Ao mais desavisado pode parecer que estou ao lado daqueles que pregam o fim e a inutilidade da melhoria contínua e fazem a apologia da inovação permanente. Ledo engano, quem procura manter os pés no chão e a cabeça fora das nuvens, sabe que há uma hora para a melhoria incremental e uma hora para a inovação disruptiva. O segredo do sucesso está em perceber quando chega o momento de abandonar a procura por “cavalos mais rápidos” e substituí-los por outra tecnologia. Enquanto este momento não chega, há sempre muita coisa a fazer para manter o produto competitivo e rentável, esta é a contribuição da melhoria contínua.

Se olharmos o ciclo de vida de um produto ou serviço, pode parecer que há somente dois pontos importantes, o momento de sua criação e o momento de sua renovação ou substituição. Ambos envolvem a inovação disruptiva. No entanto, entre estes dois momentos há um intervalo de tempo que requer ações permanentes de melhorias na qualidade, produtividade e custos, bem como para resolver os problemas que vão surgindo na produção, comercialização e distribuição do produto. Pela inovação a empresa se diferencia de seus concorrentes, pela melhoria contínua ela pode prolongar e ampliar suas vantagens competitivas. Obviamente, a melhoria incremental somente agregará valor a produto que não tenha se tornado obsoleto. Caso contrário, siga o conselho dos índios da tribo Dakota: “Quando você descobre que está montando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”.

Atividade: Outubro

Comente sobre o vídeo:Site: http://www.portaldapropaganda.com/vitrine/tvportal/2012/05/0015

Atividade: Novembro

Artigo: A passagem do Cabo Bojador

O Cabo Bojador, situado na costa do Saara Ocidental, era conhecido como Cabo do Medo. Recifes de arestas pontiagudas dominam aquela região tornando a navegação muito arriscada. A 25 quilômetros da costa do cabo, em alto mar, a profundidade é de apenas 2 metros. A altura das ondas, a frequência das tempestades, a violência dos ventos, o desconhecimento das correntes oceânicas e a neblina permanente tornavam a navegação extremamente perigosa.

                       
Aqueles que passavam por ele, jamais voltavam. As lendas falavam em mais de 12.000 tentativas fracassadas. Uns acreditavam que os ventos dali em diante sopravam para o sul, impedindo o retorno a Portugal, rumo norte. Outros pensavam que ali acabava o mundo e a neblina era o resultado da evaporação das águas que ferviam ao cair no inferno lá embaixo. As lendas diziam que havia monstros marinhos e remoinhos gigantescos e ferozes. O mar fervia no calor e somente certas criaturas bizarras conseguiam sobreviver no intenso calor e aridez. Dizia-se haver grandes tesouros guardados pro dragões ferozes e gigantes que entravam no mar e destruíam os navios. Os relatos fantasiosos das tripulações que desistiam e voltavam alimentavam as lendas. O Cabo Bojador era considerado intransponível, ali terminava o mundo conhecido. Como iríamos nós, diziam os marinheiros, ultrapassar os limites estabelecidos por nossos ancestrais?

Em 1434, após uma primeira tentativa fracassada, o navegador português Gil Eanes conseguiu passar pelo Cabo do Medo. Com as lições aprendidas na primeira tentativa, aparelhou uma barca de 30 toneladas, com um só mastro, uma única vela redonda, parcialmente coberta e movida a remos. Sua tripulação era de apenas quinze homens. Ao chegar nas proximidades do temido cabo, decidiu manobrar para oeste afastando-se da costa africana. Após um dia inteiro de navegação longe da costa, deparou com águas plácida e ventos amenos, e então dobrou para sudeste e logo percebeu que havia deixado o Cabo Bojador para trás. Foi uma manobra extremamente corajosa e inovadora, pois, devido às limitações dos barcos da época, estes se mantinham sempre nas proximidades da costa.

Bojador: um obstáculo mais mental do que físico

A passagem do Cabo Bojador foi um dos marcos mais importantes da navegação portuguesa. Derrubou velhos mitos medievais e abriu caminho para os grandes descobrimentos e para a quebra do monopólio árabe no rico comércio das especiarias da Índia. Se Gil Eanes pudera navegar além do cabo Bojador e voltar, então que outras lendas eram também falsas? Tudo tornava-se suspeito, exceto o que os portugueses podiam ver e comprovar por si mesmos. Não haveria mais obstáculos intransponíveis e os portugueses se tornariam os senhores dos mares.

A passagem por Bojador mostrou que a maior barreira à navegação era mental e não física. Era o medo, e não os recifes, que impediam o acesso aos ricos mercados da Ásia. No poema Mar Português, Fernando Pessoa expressou muito bem o significado da passagem do Cabo do Medo.

 

Publicado por: Tutora Gloria | junho 28, 2012

Atividades Extras

Prezado Aluno,

Segue abaixo  as atividades extras.  Participe!

Atividades Extras – Gestão  Estratégica e Qualidade  

Junho/Julho/Agosto

Ano: 2012

Atividades

Junho

Julho

Agosto

Chat com tutoria horário: 19:00 às 20:00

*Dúvidas sobre o curso (13/06)

*Dúvidas sobre AV1 (20/06)

*Dúvidas sobre Plano de Pesquisa

*Dúvidas sobre 1ª versão (05/07)

*Dúvidas sobre AV1 (12/07)

*Dúvidas sobre Plano de Pesquisa (19/07)

*Dúvidas sobre o curso (02/08)

*Dúvidas sobre AV1 (9/08)

*Dúvidas sobre Plano de Pesquisa (16/08)

Chat mensal com o mentora. Horário: 19:30 às 20:10

Metodologia 28/6(19:00hs)        só   nesta data

Dúvidas Monografia25/07 Dúvidas sobre  AV2 22/08

Atividade Assíncronas Extras enviar por e-mail: gloria@avm.edu.br

 

 

Artigo: ver no blog da AVM

https://iavmgestaoestrategicaqualidade.wordpress.com

 

Exercite a sua mente: O jogo dos copos.

Ver no blog

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Por que exaltamos a criatividade mas rejeitamos as ideias criativas?

 

Pesquise sobre a importância da comunica-ção  interna  nas organizações

Texto  de Jairo Siqueira.

Porque exaltamos a criatividade mas rejeitamos as idéias criativas?

A maioria das pessoas exalta e admira a criatividade mas, com muita frequência, elas assumem uma atitude de reserva e mesmo de resistência quando apresentadas a ideias inovadoras que afetam seu trabalho ou modo de vida. A criatividade não somente revela novas perspectivas, mas traz também a incerteza e o desconforto da mudança. Ela traz a ruptura com o passado e com rotina, com o que nos é familiar.

A tendência para nos mantermos no terreno que é conhecido, seguro e confortável nos leva a minimizar, ou mesmo ignorar, as evidências da validade e necessidade de ideias inovadoras. O viés conservador é tão sutil que as pessoas não percebem como ele pode interferir negativamente na avaliação e aceitação de uma ideia criativa, mesmo quando precisam desesperadamente de novas ideias.

Na mitologia romana, Janus é o deus da transição, do movimento, das portas e das pontes. Com suas duas faces, simboliza os momentos associados aos tempos de mudança. Uma das faces está voltada para o passado e para as tradições, a outra está voltada para o futuro e para as novidades. Janus representa o conflito que temos de resolver em momentos de mudança: decidir entre o que conhecido e prático e o que é novo e arriscado. Mas também nos ensina que os momentos de mudança requerem olhar nas duas direções. Olhe para o passado e use a experiência e o conhecimento adquirido como uma ponte para o futuro, e não como uma justificativa para o comodismo e a inércia. Olhe para o futuro e procure pelos novos caminhos que estão se abrindo e pelos conhecimentos, atitudes, habilidades necessárias para trilhá-los com determinação e sucesso.

Para que lado você está olhando?

Atividade: Exercite a sua mente.

Seis copos estão alinhados, sendo que os três primeiros estão cheios de suco e os outros três estão vazios.

O desafio: arrumar os copos de modo que os copos cheios e vazios se alternem. Contudo, você deve fazer isto movimentando apenas um único copo.

Pense

Envie sua resposta.

Publicado por: Tutora Gloria | maio 11, 2012

Homenagem ao Dia das Mães

Homenagem ao Dia das Mães

Publicado por: Tutora Gloria | maio 11, 2012

Homenagem ao Dia das Mães

Homenagem ao Dia das Mães

Publicado por: Tutora Gloria | maio 11, 2012

Homenagem ao Dia das Mães

mães

Publicado por: Tutora Gloria | maio 11, 2012

Homenagem ao Dia das Mães

MÃE,

Seus braços sempre se abriram quando eu queria um abraço

Seu coração compreendia quando eu necessitava de uma amiga

Seus olhos se endureciam quando eu precisava de uma lição

Sua força e seu amor me guiaram e me deram asas para voar.

Parabéns a todas as Mães!!!!

É o que desejamos

Prof. Mario e Tutora Gloria

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